Adicional de insalubridade em grau máximo: o INCA e seus valorosos servidores.

AFINCA • 11 de novembro de 2020

Já se contam quase oito meses desde que foi decretado estado de calamidade pública no Brasil em decorrência da pandemia de COVID-19 que assola o planeta.
De lá pra cá a AFINCA tem participado das instâncias envolvidas na mitigação dos efeitos desta perigosa doença junto ao INCA e ao Ministério da Saúde com vistas principalmente à assistência aos seus associados, sem contudo deixar de prezar pelo bem comum de todos os servidores do INCA.
No que diz respeito ao entendimento de que os profissionais que atuam na linha de frente da pandemia da COVID-19, estando expostos de forma mais ostensiva ao risco biológico que o SARS-CoV-2 ocasiona, a AFINCA tem procurado a Direção Geral do INCA para que possa ser dado a esses profissionais o grau máximo de insalubridade para risco biológico.
Após reuniões e entendimentos a gestão atual, com a participação da COGEP, informou estar preparando as condições para que tal direito seja concedido, inclusive com atualização de laudos.
A AFINCA procurou a Divisão de Saúde do Trabalhador (DISAT) para saber o andamento desta solicitação e o Eng de Segurança do Trabalho informou que está aguardando a relação com os nomes dos profissionais que farão jus a essa alteração e que até ontem (10/11), só havia recebido as listagens do HC2 e HC4.
A presidente da AFINCA, Beatriz Moreira, sugeriu que fosse iniciado o processo com as listagens já entregues. O engenheiro informou que a COGEP agendou uma reunião com Dr. Gelcio Mendes (Coordenação de Assistência – COAS) e Sra. Angela Coe (Coordenação de Assistência – COAS) para dar andamento ao processo.
Ocorre que as referidas listagens ja foram solicitadas, o que nos parece muito mais que razoável para uma administração fornecer os nomes de todos os seus funcionários que atuam ou atuaram diretamente ligados ao risco do agente infeccioso desde que as primeiras medidas de contenção do vírus e exposição ao mesmo aconteceram.
A AFINCA está de olho cobrando insistentemente atualizações sobre o tema.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *