
O ambiente de trabalho deve ser pautado pelo respeito e pela dignidade. Quando comportamentos abusivos se tornam recorrentes e passam a humilhar, desqualificar, isolar ou perseguir um servidor, é importante ficar atento.
O assédio moral não se resume a uma cobrança ou divergência pontual. É preciso observar a frequência, o contexto e a existência de um padrão de condutas. Entre as situações que merecem atenção estão humilhações, isolamento, perseguições, retaliações, desvio de função, mudanças abusivas de lotação e redução ou aumento excessivo das atribuições.
AFINCA TEM COMISSÃO PRÓPRIA DE AVERIGUAÇÃO
Desde fevereiro de 2025, a AFINCA conta com um fluxo próprio para acolhimento e averiguação de denúncias de assédio moral e sexual. Os casos, além de serem encaminhados à assessoria jurídica, passam pelo acolhimento de diretores designados pela entidade.
O objetivo é ouvir o associado, compreender a situação e avaliar os possíveis encaminhamentos. Conforme o caso, podem ser adotadas medidas jurídicas, incluindo ação judicial e representação ao Ministério Público do Trabalho.
O QUE FAZER?
Se você estiver enfrentando uma possível situação de assédio, registre os acontecimentos. Guarde datas, locais, mensagens, e-mails, documentos e informações sobre possíveis testemunhas. Esses elementos podem contribuir para a análise e eventual apuração dos fatos.
AFINCA reforça: assédio é violência e não deve ser naturalizado.
Se você é associado e está passando por uma situação desse tipo, procure a entidade:
assedio@afinca.org.br
(21) 3970-2196 | (21) 2224-4560
Não enfrente essa situação sozinho. Informação, acolhimento e orientação são caminhos para proteger seus direitos.
AFINCA e SindiAFINCA, juntos pelos servidores públicos!




